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sábado, 5 de novembro de 2016


sexta-feira, 6 de maio de 2016

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sábado, 8 de junho de 2013

HISTÓRIA DO RADIO AMADORISMO NO BRASIL
Radioamador ou radioamadora é a pessoa habilitada pelo governo para operar uma estação de radiocomunicações amadora no Brasil. O órgão responsável pela regulação do serviço de radioamador no país é a Agência Nacional de Telecomunicações.

CALAMIDADES PÚBLICAS
Num país de dimensões continentais como o Brasil, a necessidade de sistemas de comunicação instantânea não convencional é de extrema importância. Por este motivo foi criada uma rede de radioamadores para prevenir e procurar auxiliar os órgãos oficiais de salvamento, resgate e prevenção à calamidades. Esta se chama “RENER”, que é a abreviação de “Rede Nacional de Emergência de Radioamadores” voluntários.

QUEM REALIZA O SERVIÇO DE RADIOAMADOR
De acordo com texto traduzido do inglês, o (sic)…Radioamador é o cidadão que se interessa pela radiotécnica, sem fins lucrativos, tendo por objetivo a intercomunicação, a instrução pessoal e os estudos técnicos.
E ainda conforme as páginas da Anatel: O Serviço de Radioamador é um serviço de radiocomunicações, realizado por pessoas autorizadas, que se interessem pela radiotécnica, sem fins lucrativos, tendo por objetivo a intercomunicação, a instrução pessoal e os estudos técnicos, sendo vetado a utilização para outros fins.
No Brasil e em todos os países do mundo é vetada a utilização do serviço de radioamadorismo para outros fins que não os descritos acima.O serviço de radioamador no Brasil é concedido pelo governo à pessoas habilitadas e concursadas. Portanto, para ser radioamador, o cidadão deve ser autorizado pelo Governo Federal.
HABILITAÇÃO AO SERVIÇO DE RADIOAMADOR
A estação de radiocomunicação consiste basicamente num equipamento de radiocomunicação, linha de transmissão e antena. Para que o cidadão possa ter um sistema destes em sua casa, é necessário ser radioamador, ou operador de estação de rádio-cidadão.
No primeiro caso é necessário a habilitação de radioamador. Para ser portador desta existem uma série de procedimentos burocráticos que devem ser observados e seguidos, pois a responsabilidade de se operar uma estação de rádio de grande potência, alcance, e múltiplas freqüências de operação com possibilidade de interferências inclusive em serviços públicos e de segurança é grande.
A autorização para a execução do serviço de radioamadorismo concedida pelo Governo Federal é precedida de provas executadas pelo candidato onde são avaliadas suas capacidades operacionais, seus conhecimentos da legislação das telecomunicações, de ética operacional, além da suas capacidades técnicas, no manuseio e conhecimento teórico de rádiotransceptores, equipamentos, antenas e afins.
O exame de avaliação é promovido por uma entidade não governamental e representativa dos radioamadores perante o Governo Federal chamada Liga de Amadores Brasileiros de Radioemissão - LABRE ou ainda diretamente na Anatel. Quem elabora e fiscaliza os exames é a Anatel, a aplicação das provas pode ser feita tanto na LABRE como na Anatel
CLASSES DE RADIOAMADORES
CLASSE C
Aos aprovados nos testes de:
1.     Técnica e Ética Operacional
2.     Legislação de Telecomunicações
Técnica e Ética Operacional
Teste de avaliação composto por 20 questões em 60 minutos, índice de aprovação de 70%, ou seja, 14 respostas certas.
Legislação de Telecomunicações
Teste de avaliação composto por 20 questões em 60 minutos, índice de aprovação de 70%, ou seja, 14 respostas certas.
CLASSE B
Aos aprovados nos testes de:
1.     Técnica e Ética Operacional
2.     Legislação de Telecomunicações
3.     Conhecimentos Básicos de Eletrônica e Eletricidade
4.     Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse
Técnica e Ética Operacional
Teste de avaliação composto por 20 questões em 60 minutos, índice de aprovação de 70%, ou seja, 14 respostas certas.
Legislação de Telecomunicações
Teste de avaliação composto por 20 questões em 60 minutos, índice de aprovação de 70%, ou seja, 14 respostas certas.
Conhecimentos Básicos de Eletrônica e Eletricidade (Radioeletricidade)
Teste de avaliação composto por 20 questões em 60 minutos, índice de aprovação de 50%, ou seja, 10 respostas certas.
Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse
Os testes de Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse serão constituídos de textos em linguagem clara, com 125 (cento e vinte e cinco) caracteres (letras, sinais e algarismos) cada um deles, transmitidos em 5 (cinco) minutos e recebidos em igual período. Só será considerado aprovado no exame de código Morse o candidato que tiver conseguido acertar, no mínimo, 87 (oitenta e sete) caracteres em cada uma das provas, ficando reprovado quem não atingir estes valores quer em transmissão, quer em recepção.
Observações:
Para promoção de classe C para B, segundo interpretação dada pela ANATEL ao Regulamento do Serviço de Radioamador, anexo à Resolução n.º 449/2006, não é necessário realizar novamente provas de Técnica e Ética Operacional e Legislação de Telecomunicações.
Aos radioamadores classe “C”, menores de 18 anos, decorridos dois anos da data de expedição do COER classe “C”.
CLASSE A
Aos radioamadores classe “B”, decorrido um ano da data de expedição do COER classe “B” e aprovados no teste de Conhecimentos Técnicos de Eletrônica e Eletricidade, conforme interpretação dada pela ANATEL ao Regulamento do Serviço de Radioamador, anexo à Resolução n.º 449/2006, constante do documento denominado Procedimentos de Testes de Comprovação de Capacidade Operacional e Técnica.
Conhecimentos Técnicos de Eletrônica e Eletricidade (Radioeletricidade)
Teste de avaliação composto por 20 questões em 60 minutos, índice de aprovação de 70%, ou seja, 14 respostas certas.
AUTORIZAÇÃO DE LICENÇA
A Licença para operar o serviço de radioamador é liberada para os maiores de dez anos desde que seus pais ou tutores se responsabilizem pelos seus atos e omissões.
Para os radioamadores portugueses é liberada a licença após obterem o reconhecimento de igualdade de seus direitos e deveres em relação aos brasileiros.
LICENÇA DE FUNCIONAMENTO
A licença de funcionamento de uma estação de radioamadorismo, é o documento que libera o uso e instalação da estação transceptora ao detentor do Certificado de Operador de Estação de Radioemissão, podendo este ser pessoa física ou ainda entidades de ensino, associações de radioamadores, etc.
O indicativo de chamada será determinado pela classe a que pertence e a unidade federativa em que o Radioamador reside.
A validade da licença de funcionamento é por dez anos. Os tipos de estação são: fixa, móvel, fixa tipo 2, repetidora sem e com conexão com a rede telefônica pública. Podendo ainda solicitar estações eventuais e especiais com prazo máximo de 30 dias de utilização para participar de eventos, comemorações e contestes.
Ao radioamador é permitido apenas uma estação fixa em cada unidade da Federação. A móvel não tem limite.
COER
O COER, Certificado de Operador de Estação de Radioamador, é a habilitação do responsável pela estação de radioemissão-recepção. O documento é necessário estar sempre com seu titular no momento da operação de uma estação de radioamadorismo.
LEGISLAÇÃO
Por se tratar de serviço de utilidade pública, em ocasiões excepcionais, as freqüências podem ser solicitados para ser utilizados como reserva técnica para a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, etc. Com o final da Ditadura Militar, de acordo com a Constituição Brasileira de 1988, o radioamador não é obrigado a ceder equipamentos para quaisquer órgãos de repressão de forma injustificada, podendo os responsáveis serem processados e presos em caso de submeter o cidadão a situação vexatória.
O único órgão responsável pela habilitação, homologação, fiscalização e legislação das estações de radioamador no Brasil é a Anatel.
PATRONO DO RADIOAMADORISMO BRASILEIRO
Roberto Landell de Moura, nascido em Porto Alegre em 21 de janeiro de 1861, morreu em 30 de junho de 1928, teve formação eclesiástica em Roma, ordenado sacerdote em 1886, voltou para o Brasil e desempenhou atividades religiosas até a sua morte, em Porto Alegre. Em Roma iniciou seus estudos de física e eletricidade. No Brasil, como autodidata continuou seus estudos culminando na invenção do telefone sem fio.
Cada um de nós radioamadores, ou ainda operadores da faixa do cidadão, quando decidimos entrar para a classe desse magnífico hobby, não o fazemos por outro motivo que não sejam os quatros ângulos básicos do radioamadorismo:
a) Aprendizado, (Estudo da eletrônica e da radiotécnica)
b) Comunicação, (Prática das diversas modalidades de comunicação)
c) Interação (Capacidade de interagir através do rádio) e
d) Solidariedade. (Desenvolvimento de trabalhos sociais e humanitários)
Sob o ponto de vista geral, a grande maioria dos radioamadores não desenvolvem as quatro atividades integralmente e simultaneamente, dedicando-se a uma ou outra atividade isoladamente, a qual mais lhe apraz.
Com relação ao item “d”: Solidariedade; acredito seja este o vértice principal sobre o qual deveriam estabelecer as metas dos clubes e associações radioamadorísticas, sob pena de transformar o maravilhoso hobby em atividade banal, egoísta e sem nenhum proveito para a sociedade em geral.
Não há novidade alguma em atribuir à “Solidariedade” um dos preceitos básicos do radioamadorismo, principalmente levando-se em consideração de que o radioamador sempre foi utilizado como forma de prestação de serviço durante catástrofes naturais e ou em casos de emergência, porém, atualmente, vemos com freqüência os radioamadores transformados em apenas “senhores parladores”.
Quando cito a “Solidariedade”, não estou argumentando somente em ser solidário em palavras via rádio, mas verdadeiramente solidário em AÇÃO positiva e construtiva para um mundo melhor. De que nos adianta investir milhares de Reais ($) em modernos equipamentos de radiocomunicação, se o egoísmo não nos deixa sair da cadeira de onde falamos? Não é para isto que vivemos, vivemos para servir !!! Já dizia o velho refrão: “quem não vive para servir, não serve para viver”. (Slogan da Labre muito usado nos cartões QSL’s).
Clubes e Associações de radioamadores deveriam preocupar-se em desenvolver alguma atividade relacionada com a promoção social, educacional e assistencial, integrando-se às mais diversas entidades assistenciais existentes no país.
Podemos transformar os inúteis e improdutivos contestes radioamadorísticos em algo útil e prazeroso, como por exemplo, promover ação conjunta em prol dessas entidades beneficentes, caritativas e de assistência social, como as APAE, asilos, creches, institutos de educação especial etc…
Porém antes disso, é importante conscientizar os nossos radioamadores sobre esta faceta do moderno radioamadorismo, o que não nos parece ser difícil, uma vez que o radioamador já possui a semente da solidariedade em seus conceitos primários.
Tome por exemplo uma entidade Beneficente de Assistência Social, que atende centenas ou milhares de crianças portadoras de deficiência, ou aquelas escolas que atendem menores carentes, ou ainda aquelas que abrigam crianças portadoras de câncer, etc., etc. Imagine se cada um das dezenas de concursos radioamadorístico resolvesse por exemplo colocar em uma de suas regras a obrigação do participante doar R$ 10,00 para a instituição X ou Y para com este valor multiplicar seus pontos por 1 ou 2; ao mesmo tempo em que o participante tem o prazer de fazer o contest ainda tem a satisfação de saber que está ajudando aquelas instituições que auxiliam o ser humano.
Outras atividades que poderiam ser desenvolvidas pelas associações e clubes de radioamadores, estariam ligadas à educação, como por exemplo fazer despertar nos jovens o interesse pela radiotécnica, através de visitas às escolas de ensino fundamental, médio e técnico, apresentando pequenas montagens de receptores galenas, regenerativos e quiça superhetorodinos, bem como os transmissores QRP de CW e AM e com isso fazer surgir também o interesse pelo radioamadorismo. Simultaneamente essas atividades DEVEM ser divulgadas na imprensa local, como forma de fazer valorizar a classe radioamadorística, mas que essas atividades sejam contínuas e organizadas em todo o país e não um simples fogacho que logo apaga. Desta forma essas atividades deveriam ser METAS OBRIGATÓRIAS dos clubes e associações radioamadorísticas em todo o país.
Quantos clubes e associações fecham suas portas por falta de atividade útil, pois acabam caindo na rotina da mesmice da inutilidade?.
Os presidentes e diretores dessas entidades ligadas ao radioamadorismo precisam ser elementos aglutinadores de esforços e de pessoas, sejam capazes de motivar aqueles que os cercam, porém antes de tudo devem ser carismáticas, sinceras e capazes. Creio não faltar pessoas com essas características em nosso meio, já que todos são desembaraçados e falantes e são radioamadores.

Autor: Por Paulo Eduardo Castaldi (PY2CWS)

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Lei da Mídia Democrática: baixe o projeto de lei, assine e divulgue a lista de apoio!
   Para construir um país mais democrático e desenvolvido precisamos avançar na garantia ao direito à comunicação para todos e todas. O que isso significa? Significa ampliar a liberdade de expressão, para termos mais diversidade e pluralidade na televisão e no rádio.
  Ainda que a Constituição Federal proíba os oligopólios e os monopólios dos meios de comunicação, menos de dez famílias concentram empresas de jornais, revistas, rádios, TVs e sites de comunicação no país. Isso é um entrave para garantir a diversidade.
  Pare e pense! Como o índio, o negro, as mulheres, os homossexuais, o povo do campo, as crianças e a luta dos trabalhadores aparecem na televisão brasileira? Como os cidadãos das diversas regiões, com suas diferentes culturas, etnias e características são representados? A liberdade de expressão não deveria ser para todos e não apenas para os grupos que representam os interesses econômicos e sociais de uma elite dominante? Existem espaços para a produção e veiculação de conteúdos dos diversos segmentos da sociedade na mídia brasileira?
  A concentração impede a circulação de ideias e pontos de vista diferentes. São anos de negação da pluralidade, décadas de imposição de comportamentos, de padrões de negação da diversidade do povo brasileiro. 
  Além disso, a lei que orienta o serviço de comunicação completou 50 anos e não atende ao objetivo de ampliar a liberdade de expressão, muito menos está em sintonia com os desafios atuais da convergência tecnológica.
  A Constituição de 1988 traz diretrizes importantes nesse sentido, mas não diz como alcançá-las, o que deveria ser feito por leis. Infelizmente, até hoje não houve iniciativa para regulamentar a Constituição, nem do Congresso Nacional, nem do governo.
  Diante desse cenário, entidades da sociedade civil e do movimento social se organizaram para encaminhar um Projeto de Lei de Iniciativa Popular das Comunicações para regulamentar o que diz a Constituição em relação às rádios e televisões brasileiras. A marca de 1 milhão e trezentas mil assinaturas colocará o Projeto de Iniciativa Popular por Mídia Democrática em debate no Congresso Nacional!
  Vamos mudar a história da comunicação brasileira levando às ruas o debate da democratização da comunicação.
  Leia com atenção a proposta da sociedade civil que vai mudar o cenário das comunicações no país. Assine e divulgue aos seus familiares, amigos e até desconhecidos!
Nesta página você encontrará todo o material para divulgar a democratização da comunicação e também para coletar assinaturas para o projeto de lei. Panfleto, Formulário para coleta de assinaturas, o Projeto de Lei. Imprima, distribua e colete as assinaturas em seu Estado!
  Boa luta para todos nós!
KIT COLETA
  Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos no link abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas. 
Clique aqui: http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/index.php/2013-04-30-15-58-11
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